| Information Week destaca case de sucesso do Tribunal de Justiça do Espírito Santo. |
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TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESPÍRITO SANTO SUBSTITUI UNIDADE DE STORAGE PARA ACELERAR ACESSO À BASE DE DADOS. INICIATIVA SERVIRÁ DE ALICERCE PARA VIRTUALIZAÇÃO DE SERVIÇOS E CONTOU COM A PARTICIPAÇÃO DA CIMCORP. Na prática o governo brasileiro é um dos principais clientes da indústria de TI. É assim em todas as esferas. A cada dia mais serviços apóiam-se na tecnologia. Mas benefícios tangíveis em uma ponta, se não forem bem dimensionados, acarretam gargalos em outra. “Quando conseguimos entregar computadores para mais usuários, a quantidade de acessos às aplicações subiu muito”, comenta Rodrigo Esteves Gomes, analista de suporte do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES). A instituição capixaba reflete o quanto a computação se enraíza nas esferas públicas. O TJ-ES passou por um momento de evolução significativa em sua arquitetura tecnológica. Para se ter uma idéia, em 2006, cerca de 2 mil funcionários acessavam a base de dados. Atualmente, a quantidade ultrapassa 5,5 mil. “O que temos de acessos simultâneos hoje é o que tínhamos de total questão, o Tribunal lança iniciativas e avança rumo à automatização de processos e à digitalização de documentos. Tais informações trafegariam pela rede e seriam armazenadas numa unidade de storage via banco de dados Oracle. Na época, há três anos, os equipamentos à disposição atendiam às requisições. “Mas, rapidamente, a demanda se mostrou superior ao estimado e começamos a sofrer com desempenho fraco das aplicações”, delimita, citando que os usuários passaram a reclamar da lentidão do sistema, que passou a dar sinais de estresse. A quantidade de dados gerados, nas palavras do executivo, era absurda. “A falta de espaço começou a aparecer”, define o analista. Após uma rápida verificação, a equipe de TI concluiu que um dos gargalos estava no armazenamento, na época com capacidade bruta para 7 terabytes, que operava desde 2006. Mas o histórico da máquina não era lá muito animador. Em apenas um ano ela dava sinais de que não suportaria a demanda e, em menos de dois, já não era mais possível nem manter, muito menos expandir aplicações. Para não ficar na mão, o TJ-ES desenhou um projeto de expansão da sua capacidade de armazenamento no segundo semestre de 2007. “Tínhamos duas necessidades básicas: mais espaço em disco, pois os bancos de dados cresceram muito; e melhor desempenho para acesso às requisições do Oracle”, enumera Gomes. Com isto definido, a parte de conceituação e especificação arrastou-se até abril de 2008. Parâmetros estabelecidos, a licitação correu e o martelo foi batido por volta de novembro, tendo a CIMCORP como vencedora. Uma máquina EMC Clarion Cx4 240 chegou por volta de janeiro do ano seguinte. Oito pessoas do time de infraestrutura começaram os trabalhos em parceria com quatro profissionais terceirizados da casa e outros quatro especialistas da integradora de TI. Fonte: Information Week |
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