CIMCORP cria centro de operações para IaaS

Pesquisa realizada pelo IDC envolvendo 44 bancos e 35 seguradoras da América Latina apontou que os projetos de virtualização e contingência estão entre as prioridades do setor financeiro em 2009. Segundo o estudo, até o final de 2008 as instituições vão investir 8,6 bilhões de dólares somente em TI, sem contar telecomunicações e automação bancária. Mais da metade (54%) do montante é de responsabilidade dos bancos brasileiros. Mas não é apenas o segmento financeiro que deve investir em projetos desta natureza. Na opinião da CIMCORP, empresa especializada em serviços de alta complexidade voltados para a otimização de performance e gestão de infra-estrutura de TI, esta é uma tendência a ser seguida por todas as verticais.

 “Vivemos em um mundo ameaçado por inúmeros incidentes, que podem ser ocasionados por mudanças econômicas, ambientais, sociais e tecnológicas”, afirma o presidente da CIMCORP, Tadeu Fucci. Ele reforça que a criação de um ambiente de TI com contingência é fundamental para garantir a continuidade dos negócios e as boas práticas de governança corporativa e de TI.

A solução de Backup Site & Disaster Recovery garante a continuidade da operação no caso de falha do site principal, além de eliminar os custos decorrentes de uma interrupção dos processos de negócio da empresa. “Recentemente investimos R$ 3,2 milhões na inauguração de um NOC (Network Operation Center) para auxiliar no monitoramento e propiciar contingência de forma mais segura e econômica”, informa o presidente. Segundo ele, não se trata mais de investir em infra-estrutura, mas sim na revisão dos processos.

Fontes do setor informam que organizações que não possuem um “Plano B” para proteger seus negócios correm sério risco de não se recuperarem caso aconteça um incidente. Pesquisa realizada pelo Guardian IT afirma que, após um incidente, 8% das empresas sem plano de continuidade não reabrem; 40% reabrem mas fecham em 18 meses; 12% reabrem mas fecham em 5 anos e apenas 8% sobrevivem.

A CIMCORP é responsável pelos projetos de contingência de grandes companhias, como Capemisa (seguradora de vida e previdência) e Banestes (Banco do Estado do Espírito Santo). A empresa acredita que ainda há um longo caminho a ser percorrido até que todos percebam a importância de manter em funcionamento suas operações essenciais ou de restabelecê-las rapidamente. “Sem dúvidas, as organizações mais bem sucedidas são aquelas que sempre possuem um plano B”, conclui Fucci.


 

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